guarda-redes: disse-o e escrevi-o. O Quim é o melhor, técnica e mentalmente. E deve ser titular (como gosto de ajudar, rejeitei o “bem avisei!” no pós-Trofa). defesa: faltam dois, um de cada lado; mas há outras prioridades. meio campo: o Maniche acaba contrato em Junho. Eu gostava! – um igual também serve. Empreste-se o Balboa e venha outro. ataque: venda-se (rápido) o Di Maria. Reyes e Suazo são as melhores contratações da época. Ficam a faltar questões de pormenor ou de oportunidade. treinador: gosto e "prontos"; falta-lhe apenas algum “futebol”. outros: LFV e RC nos lugares certos. Quanto ao Bynia...
Mostrar mensagens com a etiqueta futebol. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta futebol. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, janeiro 08, 2009
segunda-feira, setembro 29, 2008
As vantagens do campeonato ser fraquinho (pelo menos, do segundo terço para baixo)
O nível exibicional da Académica, neste início de época, alternou entre o medíocre e o suficiente. O início de campeonato merece, ainda assim, balanço positivo: 10.º lugar, com duas vitórias e seis pontos. Para isso bastou manter a base da equipa e a estrutura táctica de Domingos Paciência; as alterações (e adaptações) foram pontuais – apenas quatro reforços (Peskovic, Luiz Nunes, Edson e Sogou) têm sido opção regular –, possibilitando este arranque.
A natural evolução dos adversários, normalmente recheados de “caras novas”, ao longo das primeiras jornadas, diminuiu a diferença entre os concorrentes. E a partir deste momento, será a qualidade dos diversos plánteis (e mais uma ou outra coisa) a definir resultados.
Terá, portanto, de ser este o momento para a Briosa encontrar mais e novos argumentos de qualidade. De bom futebol, entenda-se! O próximo jogo (recepção ao Nacional, no domingo), logo confirmará ou rejeitará as preocupações de responsáveis e adeptos.
A natural evolução dos adversários, normalmente recheados de “caras novas”, ao longo das primeiras jornadas, diminuiu a diferença entre os concorrentes. E a partir deste momento, será a qualidade dos diversos plánteis (e mais uma ou outra coisa) a definir resultados.
Terá, portanto, de ser este o momento para a Briosa encontrar mais e novos argumentos de qualidade. De bom futebol, entenda-se! O próximo jogo (recepção ao Nacional, no domingo), logo confirmará ou rejeitará as preocupações de responsáveis e adeptos.
Jogada pensada por
Kal-el
à(s)
9/29/2008 04:26:00 p.m.
quarta-feira, setembro 10, 2008
Que vergonha, estes sub-21 portugueses! (*)
Terá havido pior selecção nacional de sub-21 do que esta? – duvido, seriamente! Falo de técnicos e jogadores; de défice de qualidade e excesso de vedetismo.
Muitos vão chegar (ou voltar) a vestir – e até com alguma regularidade – a camisola da selecção “AA”; alguns por mérito próprio, outros nem por isso. Mas a maioria, certamente, que está a viver os seus últimos momentos de quinas ao peito.
Sou adepto de futebol; e sou, sobretudo, português. Sabendo que haverá, porventura, assunto mais importante a discutir, não posso ignorar o que, ontem, se passou no jogo com a Rep. Irlanda (empate 2-2).
Fiquei, em primeiro lugar, “chocado” com as opções “clubísticas” do seleccionador Rui Caçador, um "refém" de nomes e tácticas. E fiquei, em segundo lugar, ainda mais “chocado” com a postura “olímpica” de jogadores de renome, exemplos de Miguel Veloso ou Manuel Fernandes – visivelmente mais preocupados na poupança física (na manutenção da barriga, no caso de Veloso) e psicológica (na manutenção de qualquer-coisa, que ainda ninguém conseguiu identificar em Fernandes) do que em vencer pelo seu país (ou, pelo menos, país de acolhimento, no caso de outro "cagão-pés-de-chumbo" chamado Manuel da Costa).
Não tanto “chocado”, todavia, com as prestações de Manuel da Costa (Fiorentina) ou Pelé (FC Porto). Aqui, mais “chocado” com o preço dos passes destes medíocres futebolistas. Por entre os 22 em campo – “pobres” irlandeses incluídos – salvaram-se, por Portugal, e apesar de todas as suas limitações, Vieirinha e Ricardo Vaz Tê (parece incrível, não parece!).
Muitos vão chegar (ou voltar) a vestir – e até com alguma regularidade – a camisola da selecção “AA”; alguns por mérito próprio, outros nem por isso. Mas a maioria, certamente, que está a viver os seus últimos momentos de quinas ao peito.
Sou adepto de futebol; e sou, sobretudo, português. Sabendo que haverá, porventura, assunto mais importante a discutir, não posso ignorar o que, ontem, se passou no jogo com a Rep. Irlanda (empate 2-2).
Fiquei, em primeiro lugar, “chocado” com as opções “clubísticas” do seleccionador Rui Caçador, um "refém" de nomes e tácticas. E fiquei, em segundo lugar, ainda mais “chocado” com a postura “olímpica” de jogadores de renome, exemplos de Miguel Veloso ou Manuel Fernandes – visivelmente mais preocupados na poupança física (na manutenção da barriga, no caso de Veloso) e psicológica (na manutenção de qualquer-coisa, que ainda ninguém conseguiu identificar em Fernandes) do que em vencer pelo seu país (ou, pelo menos, país de acolhimento, no caso de outro "cagão-pés-de-chumbo" chamado Manuel da Costa).
Não tanto “chocado”, todavia, com as prestações de Manuel da Costa (Fiorentina) ou Pelé (FC Porto). Aqui, mais “chocado” com o preço dos passes destes medíocres futebolistas. Por entre os 22 em campo – “pobres” irlandeses incluídos – salvaram-se, por Portugal, e apesar de todas as suas limitações, Vieirinha e Ricardo Vaz Tê (parece incrível, não parece!).
(*) texto publicado em simultâneo no atascadoalex.blogspot.com
Jogada pensada por
Kal-el
à(s)
9/10/2008 04:29:00 p.m.
Subscrever:
Mensagens (Atom)