O espírito guerreiro, em defesa das suas cores - o "azul-e-branco" por excelência -, são, ainda hoje, um exemplo de paixão pelo jogo e pelo associativismo (agora tantas vezes esquecido). Os últimos anos foram duros, fustigados por lesões, e a derradeira época - ao serviço dos belgas do Standard de Liège -, a confirmação do carácter determinado de um dos melhores defesas-centrais da história do futebol português.
O tempo da compreensão acabou para Rui Costa
Há 21 horas

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