Foram 590 minutos, que, e além do cartão vermelho de Coimbra, lhe valeram a amostragem de mais três cartões amarelos.

Então vamos ver se entendi: a Académica quer discutir por um lugar europeu, recorrendo a um reservista de uma equipa que desceu à Liga de Honra. E que, para lá dos oito jogos que fez no ano passado, actuou por mais 37 vezes em quatro (!) anos de Guimarães. E o técnico da Briosa, que, ao que parece, tanto gosta dele, utilizou o rapaz (já com 29 anos), apenas por 12 vezes, na época 2004/2005, em detrimento de atletas como Paulo Turra e Cléber.
Há aqui qualquer coisa que não bate certo– talvez a política desportiva conimbricense, não sei. Ou será que vamos albergar todo os “infiltrados”?
(como gostam de chamar ao academista Dário os homens lá de cima)
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